Fiat define fornecedores para PE

06/03/2014 - Monacelli

A Fiat informou na última semana, a pouco mais de um ano da inauguração da sua fábrica em Pernambuco, as empresas do parque de fornecedores que será integrado à unidade.

A expectativa do grupo, revelada pelo diretor globas de manufatura, Stefan Ketter, é iniciar no primeiro trimestre de 2015 a produção de 200 mil carros por ano no município de Goiana, que fica 60 km ao norte de Recife.

A principal fornecedora da fábrica é a Magneti Marelli, que é controlada pela Fiat. Sozinha ou em joint venture com outras empresas, a Marelli vai fornecer uma infinidade de itens.

Com 270 mil metros quadrados de área, o polo de fornecedores também conta com Pirelli, Saint-Gobain, Lear, Adler, Denso, Powercoat, PMC, Tiberina e Brose.

Segundo Ketter, o parque vai demandar, entre recurso da Fiat e fornecedores, cerca de R$ 2 bilhões em investimentos e pode gerar até 4 mil empregos. A montador mantém em sigilo o modelo do veículo que será produzido por lá.

A Fiat está receosa apenas, quanto à infraestrutura do entorno do complexo industrial. Para escoar carros e também receber peças, será construído o Arco Metropolitano do Recife, que promete ligar a região da fábrica ao porto de Suape que fica no litoral Sul, sem passar pela capital.

O projeto foi elaborado pelo Governo de Pernambuco, mas acabou incorporado ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal. No entanto, as obras orçadas em quase R$ 1 bilhão, ainda estão longe de começar.

“Como teremos uma planta sem grande capacidade de estoque dependemos de um bom fluxo. É importante que tenhamos a obra até 2016”, ressalta Ketter.

Fonte: Valor Econômico

Bons em tudo, menos em trabalhar em equipe…

21/11/2013 - Monacelli

Uma pesquisa inédita traçou o perfil dos estudantes de MBA brasileiros que se formam este ano nas melhores escolas de negócios do mundo.

Eles são jovens, tem entre 27 e 30 anos de idade, e não é difícil imaginar que daqui a cinco anos muitos deles estarão no comando de empresas no país. Pesquisa realizada com essa futura elite corporativa mostra que, embora preparados para assumir competências técnicas importantes, a tão falada geração Y ainda precisa se desenvolver em certos aspectos.

Apenas 7% desses jovens sabem trabalhar em equipe, aponta o levantamento. Para uma geração que se mostra altamente empenhada em se relacionar nas redes sociais e praticar networking, esse individualismo na hora de trabalhar é, no mínimo, bem inesperado.

O objetivo da pesquisa conduzida em parceria com Maria Cândida Brumer de Azevedo, da People & Results, foi traçar o perfil dos futuros líderes e perceber o quanto eles se adequarão às expectativas das empresas. E o que foi percebido é que eles não possuem tanta habilidade para conduzir relações de longo prazo, já que tem habilidade em destrinchar informações e buscar soluções sozinhos, acabam tendo dificuldade em lidar com situações onde o jogo político é necessário.

“Nas redes sociais eles são muito bons para desenvolver parcerias. Mas essas são relações estabelecidas virtualmente, em prol de um objetivo comum e que não necessariamente terão continuidade depois”, diz Cândida.

Outro mito que se desfaz em relação a geração Y é o de que eles são empreendedores por natureza. Apenas 15% possui essa competência fortemente desenvolvida.

Algumas fraquezas desses jovens com alto potencial de liderança estão relacionadas ao fato de pertencerem a um grupo geracional que teve grande liberdade dentro de casa, mas pouca experiência em ambientes hierárquicos, e não sabem lidar com conflitos. A pesquisa mostra que 55% não apresentam o menor equilíbrio emocional para enfrentar situações desgastantes.

A consultora ressalta que o estudo se refere a um grupo altamente preparado e que inclui os melhores estudantes do mundo.

 

Fonte: Por Stela Campos / Valor Econômico

De 46 obras, 16 estão na estaca zero

13/08/2013 - Monacelli

Pacotes que prometem revolucionar a mobilidade urbana nunca faltaram. Já estão em andamento pelo menos três deles: Mobilidade Grandes Cidades, Mobilidade Médias Cidades e Mobilidade da Copa. Podem ser diferentes em nomes ou tamanhos, mas todos padecem do mesmo mal: uma execução orçamentária absolutamente pífia.

Nada é mais emblemático que o PAC da mobilidade atrelado às 12 cidades-sedes da Copa de 2014. Dilma Roussef ainda era ministra da Casa Civil em janeiro de 2010, quando o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou os projetos do PAC da Mobilidade Urbana parta Copa. À época, foram selecionadas 47 obras para revitalizar a logística nas capitais.

Elas entraram na chamada “Matriz de Responsabilidade da Copa”, um conjunto de obras que o governo se comprometeu entregar até a realização do mundial. Passados três anos e meio de seu lançamento, o projeto de 16 dessas obras selecionadas permanece exatamente como de início, com zero de execução orçamentária.

As informações do Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União (CGU), atualizadas até abril pelo Ministério das Cidades, apontam que o número de intervenções de mobilidade saltou para 57 obras. Ocorre que, de um total de R$ 8,856 bilhões previstos para todos esses projetos do pacote, apenas R$ 1,415 bilhão foi executado. Quatro capitais do país – Brasília, Natal, Salvador e São Paulo – não tinham executado nenhum centavo de seus orçamentos contratados.

Um amontoado de burocracia, incompetência e corrupção levou diversos governos estaduais a simplesmente pediram a retirada de empreendimentos da matriz da Copa, simplesmente porque já não conseguiriam honrar os cronogramas assumidos inicialmente. O Tribunal de Contas da União apurou que, até abril, sete das 12 cidades já tinham pedido que empreendimentos de mobilidade fossem retirados do programa.

Brasília, que abriu a Copa das Confederações, foi a primeira a puxar a fila. Seu prometido veículo leve sobre trilhos (VLT), estimado em R$ 1,55 bilhão, prometia uma linha de 22,6 quilômetros e 25 estações. Até hoje, a obra, que chegou a ser iniciada, não passa de algumas poucas vigas de concreto rodeadas por mato e tapumes apodrecidos.

Há duas semanas, durante a divulgação do balanço do PAC, o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, disse que não se constrangia com o desempenho tacanho verificado em obras de mobilidade como a de Brasília. Ribeiro disse que não havia do que se envergonhar com o desempenho dos empreendimentos e disse que o único risco de constrangimento que ele poderia sentir, que seria um mau desempenho da seleção brasileira na Copa das Confederações, já tinha sido superado. “Então não há com o que se constranger”, disse Ribeiro.

Fonte: Valor Econômico

Demanda por galpões segue firme e forte

01/08/2013 - Monacelli

Continua bem elevada a demanda por galpões para bens produzidos nacionalmente ou importados, e a tendência é que os preços de locação por m2 se mantenham estáveis, de acordo com o diretor de transações corporativas da EY (marca adotada recentemente pela Ernst & Young), Viktor Andrade.

Andrade disse esperar déficit no segmento de galpões pelos próximos três anos. Ainda assim, não há expectativa de alta nos valores de locação. Uma das razões para isso, segundo ele, é o limite de capacidade de pagamento por parte dos inquilinos.

Ao mesmo tempo, em função de taxas de juros atuais menores que as do passado, investidores que apostam no mercado de galpões estão dispostos a aceitar retornos menores, o que se reflete nos preços de aluguel fechados.

Conforme o representante da EY, mesmo com a piora da situação econômica do Brasil, não tem havido devolução de áreas de galpões por parte dos ocupantes. Segundo ele, na última década, os galpões têm ganhado qualidade em todo o país, com destaque para São Paulo e para o Rio de Janeiro.

No segmento de escritórios, o executivo disse que a oferta supera a demanda, neste ano, na região metropolitana de São Paulo, cenário esperado também para 2014.

“A oferta a partir de 2015 está sendo formada agora, com base no cenário atual”, disse. As condições atuais não estimulam o desenvolvimento de novos projetos. A partir de 2015, na avaliação de Andrade, terá início, portanto, a reversão da tendência, com demanda superior à oferta.

Os preços ofertados de venda e locação por m2 de escritórios na região metropolitana de São Paulo projetados pela EY para 2013 são superiores aos de 2012 em função da maior participação de empreendimentos de padrão triple A e localizados em regiões mais nobres.

Fonte: Valor Econômico

Infraestrutura será o vetor de crescimento do Brasil

21/05/2013 - Monacelli

A fatia que o banco destina ao setor mostra para onde aponta o crescimento das economias brasileira e latino-americana, de acordo com Alexandre Rosa, gerente de Infraestrutura e Meio Ambiente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Falando sobre o tema durante o 8º Encontro de Logística e Transportes, realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Rosa disse haver um passivo no investimento latino-americano em infraestrutura que precisará e deverá ser sanado nas próximas décadas.

“Fizemos estudos e constatamos que os países da região, incluindo o Brasil, investem cerca de 3% do PIB em infraestrutura. Para competir com uma Coreia do Sul, por exemplo, a taxa teria que ser de 5%. Com a China, de 7%”, disse.

Avalia-se que quatro fatores principais levaram à incipiente taxa de investimento na região nas últimas duas décadas: visão desintegrada de transporte, falta de planejamento público, escassez de projetos privados e legislação inibidora de investimentos no setor.

Fonte: Valor Econômico

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