Aprovada a Lei que obriga construção de áreas de descanso para motoristas de caminhão

03/07/2013 - Monacelli

Foi aprovada pela Comissão de Infraestrutura do Senado no último mês um Projeto de Lei procedente da Câmara dos Deputados (PLC 48/2012) que obriga as concessionárias de rodovias federais a construírem estações de apoio para motoristas de caminhão e de ônibus nas estradas, a cada 150 quilômetros, e devem oferecer serviços que garantam conforto e conveniência para os profissionais.

O deputado Onofre Santo Agostini (PSD-SC), argumentou na defesa do projeto de lei, que o crescente número de acidentes graves nas estradas envolvendo caminhões é por conta da jornada de trabalho excessiva.

“Os caminhoneiros estão trabalhando além do limite de suas forças físicas, se arriscando para entregar mais rapidamente suas cargas na tentativa de descansarem o quanto antes possível”, diz o parlamentar.

A construção de locais de descanso nas rodovias pedagiadas já havia sido incluída na discussão da Lei do Motorista (12.619/12), que determinou a obrigatoriedade de períodos de descanso para os caminhoneiros. Porém, o item foi vetado pela presidente Dilma Rousseff.

“O setor de transportes avalia que não vai ter um grande impacto na tarifa, e tem um fato positivo porque vai atender a um cliente importante das rodovias, que são os caminhoneiros”, explica o presidente da Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias, Moacyr Duarte.

A proposta não passará pelo plenário do Senado, mas, por ter recebido emendas na comissão, deverá ser analisada novamente na Câmara dos Deputados.

Fonte: Transporta Brasil

Infraero planeja investir milhões em terminais de carga

27/06/2013 - Monacelli

A Infraero estimou que, no período de 2013 a 2017, investirá aproximadamente R$ 680,9 milhões nos Tecas (termina is de logística de carga). Toda essa quantia seria destinada às obras para novos terminais de carga, reforma, ampliação, além de modernização dos já existentes e aquisição de novos equipamentos.

Cerca de R$ 190 milhões são provenientes do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), valor que será repassado para os terminais de Joinville (SC), Confins (MG), Galeão (RJ) e Vitória (ES).

Em 2013, o planejamento da Infraero para os 31 Tecas da rede prevê investimentos de R$ 50 milhões. Neste ano, serão contemplados terminais como os de Vitória, Galeão, Recife (PE), Palmas (TO), Manaus (AM), Aracaju (SE), Salvador (BA) e Goiânia (GO).

Alguns terminais terão a capacidade ampliada, já no próximo ano. A unidade aeroportuária de Vitória, por exemplo, passará a contar com um novo complexo logístico, enquanto que a de Curitiba receberá um novo transelevador e o de Navegantes (SC) terá seu terminal de carga reformado e ampliado. Em Goiânia, além do Teca receber um transelevador, será construído um segundo terminal de carga.

Fonte: Transporta Brasil

Santos pressionará Rodoanel

28/05/2013 - Monacelli

Com o atraso nas concessões de ferrovias do governo federal, mais 200 mil caminhões por ano lotarão as estradas do Estado de São Paulo, principalmente o Rodoanel, a partir de 2015, aumentando a dependência do porto de Santos do transporte rodoviário.

Esse volume corresponde ao número de viagens de caminhões de 25 toneladas necessárias para substituir trens de carga que hoje cruzam a área central da capital transportando açúcar, soja, contêiner, bauxita e aço do interior do país para Santos e também para o Sul.

Essa circulação de cargueiros não poderá mais ser feita a partir do próximo ano, já que a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) vai aumentar a quantidade de trens de passageiros na ferrovia e considera inviável continuar a compartilhar as linhas com o transporte de carga.

Em 2012, entre 4 milhões e 5 milhões de toneladas de produtos atravessaram a região central da cidade em trens. Esse volume só poderá continuar a ser transportado por ferrovia quando pelo menos um dos novos trechos do Ferroanel de São Paulo estiver pronto. A obra faz parte de um corredor ferroviário de exportação que interliga o Centro-Oeste ao maior porto do país.

Indefinições do governo federal sobre como construir a ferrovia fizeram com que o Ferroanel não tenha sequer licitação em andamento. A avaliação é que será impossível concluí-lo no ano que vem, como previsto inicialmente.

Reduzir horários para o transporte de passageiros, deixar de transportar a carga, o que pararia algumas indústrias, ou transportá-la em 200 mil viagens de caminhão são algumas das alternativas que restam. Essa última alternativa representaria um incremento de cerca de 2% na movimentação média diária do trecho do Rodoanel, segundo dados do DER-SP de 2012.

O porto movimentará 110 milhões de toneladas só em 2013, e a divisão será a seguinte: 83,6 milhões de toneladas transportadas por caminhões; e 26,4 milhões de toneladas, por ferrovia.

Fonte: Folha de S. Paulo

TAV já custou R$ 30 milhões à União

29/10/2012 - Monacelli

O projeto do trem de alta velocidade segue no papel. Seus custos, não. Mesmo depois de cinco anos desde que foi anunciado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres, foram sacados R$ 29,1 milhões dos cofres da União para bancar a ideia.

O desembolso, de acordo com a ANTT, foi utilizado para “a realização dos estudos de viabilidade que embasaram a concepção da modelagem econômico-financeira e de concessão, a elaboração de editais de concessão, a execução de estudos preliminares para avaliação do impacto ambiental do empreendimento, trabalhos de consultoria técnica e de apoio jurídico”. A cifra também embute a realização de audiências públicas.

O montante não inclui os custos relativos ao pessoal da equipe responsável pelo projeto, mas a agência não informou que repasse seria esse.

Porém, depois de cinco anos e R$ 30 milhões desembolsados, o projeto retornou, praticamente, à estaca zero. A modelagem do trem-bala foi radicalmente alterada e hoje está distante do que se previa originalmente, com o propósito de dissolver dúvidas básicas e provar a viabilidade do negócio.

O governo passou os últimos anos pressionado pelos potenciais interessados no empreendimento, que questionavam o preço final do trem e a demanda de passageiros. O resultado dessa equação foram três tentativas frustradas de licitar a obra.

A expectativa do governo é lançar o novo edital para a operação do trem-bala até o fim deste ano. As propostas comerciais deverão ser entregues pelas empresas até o dia 30 de abril de 2013. A licitação está prevista para maio do ano que vem.

A diferença agora é que serão os próprios empreendedores que terão de dizer qual será o custo final da obra, segundo o novo modelo que está em elaboração,

Fonte: Valor Econômico

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