Vinci Park busca liderança no segmento

28/05/2014 - Monacelli

O Vinci Park, unidade de estacionamentos do grupo francês Vinci, que fatura € 38 bilhões de euros com concessões públicas e privadas e construção na Europa, vai usar o Brasil como plataforma de expansão em toda a América do Sul, em um plano de negócios que inclui crescimento orgânico e aquisições.

“Estamos consolidando nossa posição no Brasil, em uma etapa que vai tomar este ano e 2015. Na sequência vamos usar o Brasil como plataforma para chegar a outros mercados”, disse o presidente mundial da Vinci Park, Serge Clémente, durante visita a São Paulo.

Depois de comprar 50% da gaúcha Moving Park no ano passado, a Vinci Park quer, até o fim de 2016, chegar à vice-liderança do segmento, hoje dominado pela Estapar, companhia controlada pelo BTG Pactual, que projeta fechar este ano com 900 estacionamentos, em 13 Estados.

Projeções feitas por entidades setoriais, como a Associação Brasileira de Estacionamentos (Abrapark), estimam que o Brasil soma 9 mil estacionamentos regularizados e movimenta aproximadamente R$ 4,3 bilhões por ano em faturamento bruto.

A Moving Vinci Park está investindo este ano R$ 100 milhões no mercado brasileiro para elevar de 100 para 140 o número de estacionamento administrados pela empresa no país até dezembro. Com essa ampliação, a rede projeta ampliar o faturamento de R$ 65 milhões para R$ 100 milhões. No mundo, a empresa fatura € 700 milhões.

“Depois dos mercados da França, Europa e América do Norte, o Brasil é o quarto pilar”, disse Clémente. “Estamos presentes em São Paulo, Rio e Rio Grande do Sul. Queremos crescer nesses Estados e chegar à região Nordeste, incluindo aquisições nesse processo”, afirmou o executivo. A empresa Vinci Park tem operações Europa, Estados Unidos, Canadá e Brasil.

O executivo disse que o mercado brasileiro foi escolhido pela companhia como base de expansão fora da Europa e América do Norte porque conta com as condições básicas que permitem o desenvolvimento desse tipo de operação: regulação, crescimento de frota e clientela disposta a pagar para estacionar.

“O Brasil tem uma das cinco maiores frotas de carros novos do mundo e a exigência de transparência está aumentando porque grandes empreendimentos, como shoppings centers, torres de escritórios, universidades e hospitais têm no estacionamento um importante centro de custo e de receita”, disse o presidente da Moving Vinci Park, Fernando Stein, que comanda a operação no Brasil.

Para disputar contratos longos sem abrir mão de margens de lucro, a Vinci diz que vai fazer dos investimentos em tecnologia uma forma de garantir eficiência operacional.

O grupo lançou este trimestre um centro operacional que monitora em tempo real mil câmeras localizadas nos estacionamentos da companhia. Por meio de programas desenvolvidos pela Vinci, a Moving consegue ir além do monitoramento de segurança. “Usamos os dados para fazer com que os procedimentos mais eficientes sejam replicados em todas as unidades. Nossas margens operacionais variam entre 4% e 5%, em contratos de mais longo prazo, a 9% a 10%, em contratos de maior risco”, afirmou Clémente. Na França, maior mercado da Vinci, um usuário pode reservar e pagar por uma das milhares de vagas em estacionamento da companhia usando aplicativos em smartphones. “Até o ano que vem teremos isso no Brasil”, acrescentou o executivo.

Fonte: Agência França Brasil

São Paulo perde Expo 2020

03/12/2013 - Monacelli

Com apenas 13 votos dos 163 países que participaram no dia 27 de novembro, em Paris, da eleição para a sede da Exposição Universal 2020, São Paulo foi descartada logo na primeira rodada da disputa.

Dubai, nos Emirados Árabes, com 77 votos, foi a vencedora. Vereadores, empresários e moradores de Pirituba, na zona norte, porém, defendem a manutenção dos projetos previstos para a área destinada à Expo como forma de levar desenvolvimento para uma região da cidade de difícil acesso, com pouca oferta de transporte público.

Segundo levantamento feito pelo Estado com despesas publicadas no Diário Oficial, a Prefeitura gastou no último ano ao menos R$ 6 milhões com a candidatura da Expo 2020, entre campanha de marketing, promoção de eventos – como o show da cantora Daniela Mercury em Paris (R$ 255 mil) -, e viagens de autoridades e funcionários para mais de 15 países.

Para a capital paulista, a derrota na França deixa incertezas sobre a construção de um novo centro de convenções em Pirituba, planejado em 2010 para ser alternativa ao saturado Anhembi, também na zona norte, além de servir de impulso econômico para uma região carente de infraestrutura.

A gestão Fernando Haddad (PT) diz que agora vai reavaliar a necessidade da obra – só para desapropriar o terreno, de 5 milhões de m2 da Cia. City, na Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, serão necessários cerca de R$ 500 milhões.

“Não é hora de chorar o leite derramado. Precisamos, de qualquer forma, tirar esse novo centro de convenções do papel. São Paulo perde muitos recursos hoje por não ter porte para receber grandes feiras internacionais”, disse Valnoys Pereira Paixão, presidente da Associação Comercial de Pirituba.

Haddad, logo após a derrota em Paris, declarou que a necessidade da obra precisa ser reavaliada.

“É um projeto que consideramos adequado para a região de Pirituba, para a cidade e até para o Brasil, porque tem um alcance internacional. Então, nós vamos ver a partir de agora qual o melhor destino que vamos dar a ele.”

 

Fonte: O Estado de SP

Anunciada a concessão de cinco aeroportos

17/07/2013 - Monacelli

A concessão da administração dos aeroportos de Campos dos Amarais (Campinas), Comandante Rolim Adolfo Amaro (Jundiaí), Artur Siqueira (Bragança Paulista), Gastão Madeira (Ubatuba) e Antônio Ribeiro Nogueira Jr. (Itanhaém), foi anunciada no último mês pelo governador de São Paulo Geraldo Alckmin.

“Esperamos ter grande ganho na operação com o setor privado nos serviços e investimentos novos. Nós deveremos apresentar o projeto hoje, uma concessão só, dos primeiros cinco aeroportos”, destacou Alckmin.

O projeto de concessão foi realizado pelo DAESP (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo), órgão vinculado à SLT Secretaria de Logística e Transportes, e está sendo estudado pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República para dar continuidade ao programa.

O projeto apresentado para o Programa Estadual de Desestatização, que visa à privatização de empresas estatais.

Sobre os aeroportos:

Localizado em Campinas, o aeroporto Estadual Campo do Amarais opera com aviação geral (executiva e táxi aéreo). Possui pista de 1.650 m, terminal de passageiros com 230 m² e estacionamento com capacidade para 50 veículos. Está localizado a oito quilômetros do centro da cidade.

O aeroporto Estadual Artur Siqueira (Bragança Paulista) possui pista de 1.200 m, terminal de passageiros com 225 m², estacionamento para 76 veículos e está localizado a três quilômetros do centro da cidade. O aeroporto já está preparado para operar voos noturnos, dependendo apenas da homologação do DECEA e ANAC.

O aeroporto Estadual Comandante Rolim Adolfo Amaro, de Jundiaí possui 1.400 m, terminal de passageir os com 494 m², estacionamento para 50 veículos. Está localizado a sete quilômetros do centro da cidade.

O aeroporto Estadual Antônio Ribeiro Nogueira Jr., localizado no município de Itanhaém, no litoral paulista, possui pista de 1.350 m, terminal de passageiros com 500 m², estacionamento para 24 veículos e está localizado a três quilômetros do centro da cidade e opera voos noturnos.

O aeroporto Estadual Gastão Madeira (Ubatuba) conta com pista de 940 m, terminal de passageiros com 70 m² e estacionamento para 15 veículos. Está localizado a um quilômetro do centro da cidade.

Fonte: Transporta Brasil

São Paulo sofre desaceleração do aluguel de galpões

09/05/2013 - Monacelli

No primeiro trimestre no Estado de São Paulo, a procura pela locação de condomínios logísticos desacelerou, resultando na estabilidade de preços médios, já que interrompeu a sequência de 5 anos de alta.

A tomada de decisão de alugar novas áreas está “um pouco lenta” por parte de empresas de consumo, segundo o gerente nacional de mercado imobiliário industrial e logístico da CBRE, Rodrigo de Almeida Couto.

A taxa de vacância ficou em 16% nesse primeiro trimestre, acima do último trimestre do ano passado, que ficou em 12,8%. No mesmo período em 2012, a taxa foi de 7,6%.

É esperada estabilidade de preços, na média do Estado, segundo Couto. “Nas regiões mais afastadas da capital, os preços devem cair de 5% a 10% até o fim do ano. Nas áreas mais próximas ainda há possibilidade de aumento dos valores.”, afirma.

Fonte: Valor Econômico

Maior empreendimento imobiliário de São Paulo vende todas as unidades em menos de 1 semana

17/10/2012 - Monacelli

O “Parque da Cidade”, maior empreendimento imobiliário de São Paulo, ficará totalmente pronto só em 8 anos, mas um dos seus edifícios de escritórios já teve todas as unidades vendidas.

Das 5 torres corporativas, uma foi aberta à venda, e todas as 612 unidades foram compradas em menos de uma semana, após o lançamento do empreendimento no dia 3.

O preço médio do metro quadrado vendido da torre foi de R$ 14.200, com dois tipos de opções: salas comerciais de 30 m² e 36 m², num total de 27 mil m² de todo o edifício.

O empreendimento também vai possuir um shopping e um hotel, e ainda espaços de lazer com restaurantes, bares, ciclovia e pista de cooper abertos ao público.

O Parque da Cidade terá área de 80 mil metros quadrados na zona sul da cidade, e terá dois prédios residenciais e um comercial, mais cinco torres corporativas.

Vale destacar também que o parque será contruído com o certificado “Acqua”, que é um selo verde de sustentabilidade.

Fonte: Infomoney

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