Rolls-Royce traz grandes motores ao Rio de Janeiro

16/04/2014 - Monacelli

Mirando o crescimento do mercado de óleo e gás no Brasil e o cumprimento de regras de conteúdo local para o setor, a Rolls-Royce anunciou na última semana investimento de 80 milhões em fábrica de montagem e teste de grandes motores e outros equipamentos no Rio de Janeiro.

A fábrica deve iniciar as operações entre o fim deste ano e começo de 2015.

Ela será dedicada a grandes propulsores e equipamentos para plataformas semissubmersíveis, navios sonda, plataformas flutuantes e outras embarcações.

O grupo tem contratos para 7 de 28 sondas licitadas pela Petrobrás.

Fonte: Estado de S.P.

Alvo imobiliário, porto tem solo contaminado

20/09/2012 - Monacelli

Uma das principais áreas de interesse imobiliário no Rio de Janeiro, a região portuária, apresenta contaminação do solo.

O resíduos atingiram até as áreas onde serão erguidas instalações olímpicas.

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente e o Instituto Estadual do Ambiente, constataram a contaminação em ao menos 13 terrenos da região, que está passando por revitalização com R$ 8 bilhões de investimentos.

Segundo a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto, o nível de contaminação na maioria dos pontos é baixo e pode ser remediado. O custo, afirma, fica a cargo do empreendedor.

Suspeita-se que a área tenha resíduos de atividades portuárias ou industriais.

Fonte: Folha de S.Paulo

Segundo estudo da Jones Lang LaSalle, SP e RJ são mercados imobiliários transparentes

27/07/2012 - Monacelli

Índice de Transparência do Mercado Imobiliário Global as cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro (chamadas no estudo de Tier 1 cities) passaram a figurar como mercados imobiliários transparentes.

As cidades registraram consideráveis avanços desde 2010, segundo levantamento da consultora Jones Lang LaSalle através da Global Real State Transparency Index.

O país agora, em um contexto global, é quase tão transparente quanto à Hungria ou Portugal, registrando melhorias em todas as cinco subcategorias do índice de transparência (mensuração de desempenho, dados de mercado, governança das empresas e fundos de capital aberto, ambiente jurídico e regulatório, processos de transação).

Este significante progresso coincide com a entrada de um enorme volume de capital nos últimos anos, desde a crise financeira global, e também com os níveis recordes de investimentos no mercado imobiliário comercial.

 

Fonte: Buildings

 

Brasil: O segundo melhor país para investir em imóveis comerciais

30/03/2012 - Monacelli

O Brasil se destacou em uma pesquisa da Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Afire), e subiu duas posições no ranking, passando da China, e é considerado o 2° melhor país para investir em imóveis comerciais. No topo da lista está os Estados Unidos.

Segundo o levantamento, 18,6% dos entrevistados acreditam que o País abriga as melhores oportunidades para empregar capital em empreendimentos comerciais.

Desde 2005 ocorre o aumento dos preços dos imóveis comerciais, chegando a cerca de 75% no principais bairros de São Paulo e do Rio de Janeiro.

No mesmo período, a capital paulista subiu da vigésima sexta melhor cidade do mundo para se investir para a quarta posição em 2012.

 

Fonte: Estadão.com.br

Investimento em galpões está ainda mais interessante

05/01/2012 - Monacelli

Utilizados tanto como base de distribuição de varejo, quanto para que companhias industriais instalem fábricas e unidades produtivas, os condomínios logísticos e galpões industriais, passam por um momento bem interessante de investimentos em São Paulo e Rio de Janeiro.

O número de empresas que busca galpões nas proximidades das duas maiores cidades do país é enorme, e a maioria não encontra imóveis que atendam completamente suas necessidades.

Com a disparada do aluguel desse tipo de imóvel desde 2006 como reflexo do desequilíbrio da oferta e a demanda, grandes investidores imobiliários foram atraídos, e agora, começam a surgir novos fundos e quotas negociadas na BM&FBovespa, possibilitando que pessoas físicas também possam apostar no segmento.

Redução de manutenção e custos logísticos, ajudam a compensar parte dos custos dos aluguéis, já que os imóveis estão nas proximidades dos grandes centros.

Para quem gosta de investir em imóveis comerciais como fonte de renda, os galpões garantem uma rentabilidade mais elevada.

O risco do investidor também pode ser considerado menor, segundo Simone Santos, diretora da Herzog Imóveis Industriais e Comerciais. O tempo de construção de um condomínio logístico gira em torno de seis a oito meses. Já para erguer um prédio comercial em uma região nobre como a Avenida Faria Lima, no centro financeiro de São Paulo, é possível que se transcorram quatro anos. O risco de que o mercado já não esteja mais em um excelente momento quando as chaves forem entregues, portanto, é bem maior.

Um condomínio logístico também tem características que importam muito para quem tem horror ao risco de vacância. Imóveis multiusos e modulares costumam ser o mais interessantes porque aumentam o universo de inquilinos potenciais, servindo tanto para o varejo quanto para indústria.

Sem contar que a divisão modular permite locar o mesmo galpão para várias empresas, diversificando o risco de inadimplência.

As cidades que se tornaram verdadeiros polos logísticos nos últimos anos foram Barueri, Jundiaí, Cajamar e Sorocaba, que estão às margens de excelentes rodovias como a Bandeirantes, a Anhanguera e a Castelo Branco. De certa forma, a inauguração do Rodoanel tende a descentralizar a presença dos galpões, já que o deslocamento entre as rodovias ficou muito mais fácil. Já começam a surgir, por exemplo, os primeiros condomínios logísticos nas margens da rodovia Régis Bittencourt, que liga São Paulo a Curitiba.

Já no Rio de Janeiro, o mercado de galpões ainda engatinha. Usando imóveis antigos no dentro da cidade, como acontecia em São Paulo na década de 90. A tendência também é de que comecem a se mudar para cidades próximas, tanto por fatores logísticos quanto devido aos custos mais baixos e economia de tempo de deslocamento.
Fonte: Exame.com

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