Restrição ao tráfego de caminhões impulsiona o setor de logística

24/09/2013 - Monacelli

Veja a matéria completa com a entrevista de Marcel Monacelli na Globo News.

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De 46 obras, 16 estão na estaca zero

13/08/2013 - Monacelli

Pacotes que prometem revolucionar a mobilidade urbana nunca faltaram. Já estão em andamento pelo menos três deles: Mobilidade Grandes Cidades, Mobilidade Médias Cidades e Mobilidade da Copa. Podem ser diferentes em nomes ou tamanhos, mas todos padecem do mesmo mal: uma execução orçamentária absolutamente pífia.

Nada é mais emblemático que o PAC da mobilidade atrelado às 12 cidades-sedes da Copa de 2014. Dilma Roussef ainda era ministra da Casa Civil em janeiro de 2010, quando o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou os projetos do PAC da Mobilidade Urbana parta Copa. À época, foram selecionadas 47 obras para revitalizar a logística nas capitais.

Elas entraram na chamada “Matriz de Responsabilidade da Copa”, um conjunto de obras que o governo se comprometeu entregar até a realização do mundial. Passados três anos e meio de seu lançamento, o projeto de 16 dessas obras selecionadas permanece exatamente como de início, com zero de execução orçamentária.

As informações do Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União (CGU), atualizadas até abril pelo Ministério das Cidades, apontam que o número de intervenções de mobilidade saltou para 57 obras. Ocorre que, de um total de R$ 8,856 bilhões previstos para todos esses projetos do pacote, apenas R$ 1,415 bilhão foi executado. Quatro capitais do país – Brasília, Natal, Salvador e São Paulo – não tinham executado nenhum centavo de seus orçamentos contratados.

Um amontoado de burocracia, incompetência e corrupção levou diversos governos estaduais a simplesmente pediram a retirada de empreendimentos da matriz da Copa, simplesmente porque já não conseguiriam honrar os cronogramas assumidos inicialmente. O Tribunal de Contas da União apurou que, até abril, sete das 12 cidades já tinham pedido que empreendimentos de mobilidade fossem retirados do programa.

Brasília, que abriu a Copa das Confederações, foi a primeira a puxar a fila. Seu prometido veículo leve sobre trilhos (VLT), estimado em R$ 1,55 bilhão, prometia uma linha de 22,6 quilômetros e 25 estações. Até hoje, a obra, que chegou a ser iniciada, não passa de algumas poucas vigas de concreto rodeadas por mato e tapumes apodrecidos.

Há duas semanas, durante a divulgação do balanço do PAC, o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, disse que não se constrangia com o desempenho tacanho verificado em obras de mobilidade como a de Brasília. Ribeiro disse que não havia do que se envergonhar com o desempenho dos empreendimentos e disse que o único risco de constrangimento que ele poderia sentir, que seria um mau desempenho da seleção brasileira na Copa das Confederações, já tinha sido superado. “Então não há com o que se constranger”, disse Ribeiro.

Fonte: Valor Econômico

Anunciada a concessão de cinco aeroportos

17/07/2013 - Monacelli

A concessão da administração dos aeroportos de Campos dos Amarais (Campinas), Comandante Rolim Adolfo Amaro (Jundiaí), Artur Siqueira (Bragança Paulista), Gastão Madeira (Ubatuba) e Antônio Ribeiro Nogueira Jr. (Itanhaém), foi anunciada no último mês pelo governador de São Paulo Geraldo Alckmin.

“Esperamos ter grande ganho na operação com o setor privado nos serviços e investimentos novos. Nós deveremos apresentar o projeto hoje, uma concessão só, dos primeiros cinco aeroportos”, destacou Alckmin.

O projeto de concessão foi realizado pelo DAESP (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo), órgão vinculado à SLT Secretaria de Logística e Transportes, e está sendo estudado pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República para dar continuidade ao programa.

O projeto apresentado para o Programa Estadual de Desestatização, que visa à privatização de empresas estatais.

Sobre os aeroportos:

Localizado em Campinas, o aeroporto Estadual Campo do Amarais opera com aviação geral (executiva e táxi aéreo). Possui pista de 1.650 m, terminal de passageiros com 230 m² e estacionamento com capacidade para 50 veículos. Está localizado a oito quilômetros do centro da cidade.

O aeroporto Estadual Artur Siqueira (Bragança Paulista) possui pista de 1.200 m, terminal de passageiros com 225 m², estacionamento para 76 veículos e está localizado a três quilômetros do centro da cidade. O aeroporto já está preparado para operar voos noturnos, dependendo apenas da homologação do DECEA e ANAC.

O aeroporto Estadual Comandante Rolim Adolfo Amaro, de Jundiaí possui 1.400 m, terminal de passageir os com 494 m², estacionamento para 50 veículos. Está localizado a sete quilômetros do centro da cidade.

O aeroporto Estadual Antônio Ribeiro Nogueira Jr., localizado no município de Itanhaém, no litoral paulista, possui pista de 1.350 m, terminal de passageiros com 500 m², estacionamento para 24 veículos e está localizado a três quilômetros do centro da cidade e opera voos noturnos.

O aeroporto Estadual Gastão Madeira (Ubatuba) conta com pista de 940 m, terminal de passageiros com 70 m² e estacionamento para 15 veículos. Está localizado a um quilômetro do centro da cidade.

Fonte: Transporta Brasil

Setor imobiliário brasileiro está equiparado a mercados mais maduros

31/03/2013 - Monacelli

Após anos de estagnação, o mercado imobiliário brasileiro passou por uma curta fase de ajustes e euforia para então chegar ao momento atual, caracterizado por compradores, crédito disponível e imóveis à venda.

“Não acredito em baixa de preços, mas já recuperamos a defasagem e já estamos equiparados a outros mercados mais maduros”, afirma Daniel Rosenthal, CEO da Taurus Marketing- empresa especializada em marketing imobiliário.

Os profissionais que “são” e não apenas “estão” corretores de imóveis podem se tranquilizar, diz o especialista.

“O Programa Minha Casa Minha Vida que atua na base da pirâmide socioeconômica, impulsiona as demais camadas e faz com que o mercado se movimente como um todo. Costumo dizer também que todo mundo está sempre pensando em comprar um imóvel, seja a primeira moradia, outra maior, uma segunda residência, um ponto comercial ou simplesmente para fazer um investimento”.

Fonte: Binswanger Brazil

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