Colômbia demanda serviços de construção de habitação e inovação tecnológica

04/11/2013 - Monacelli

Estudos recentes do governo da Colômbia concluíram que algumas das principais áreas para estimular o crescimento da economia do país estão na construção de habitação e em inovação tecnológica.
E é em busca dessas oportunidades que a AsBEA, com o constante proposito de pensar no futuro, em parceria da APEX-Brasil, dentro do projeto Built By Brazil,  organizou uma Missão Empresarial a Colômbia para prospecção de novos mercados em Bogotá e Medellín.
A missão constará de rodadas de negócios e visitas comerciais. Os profissionais e empresas colombianas terão, dos contatos com os arquitetos brasileiros, a oportunidade de conhecer os vencedores do Prêmio AsBEA 2012 e mais uma novidade da AsBEA –  a “Galeria da Arquitetura”.
O evento, na  SmartCity (Centro Internacional de Negócios e Exposição de Bogotá). A programação terá ainda Tours pelas cidades e eventos nos mais badalados restaurantes de Bogotá e Medellín.
Esta Missão foi uma ótima oportunidade para realizar parcerias e conhecer uma das cidades mais inovadoras do mundo.

Fonte: AsBEA

Restrição ao tráfego de caminhões impulsiona o setor de logística

24/09/2013 - Monacelli

Veja a matéria completa com a entrevista de Marcel Monacelli na Globo News.

Clique na imagem para visualizar o vídeo.

Sem título

Infraero planeja investir milhões em terminais de carga

27/06/2013 - Monacelli

A Infraero estimou que, no período de 2013 a 2017, investirá aproximadamente R$ 680,9 milhões nos Tecas (termina is de logística de carga). Toda essa quantia seria destinada às obras para novos terminais de carga, reforma, ampliação, além de modernização dos já existentes e aquisição de novos equipamentos.

Cerca de R$ 190 milhões são provenientes do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), valor que será repassado para os terminais de Joinville (SC), Confins (MG), Galeão (RJ) e Vitória (ES).

Em 2013, o planejamento da Infraero para os 31 Tecas da rede prevê investimentos de R$ 50 milhões. Neste ano, serão contemplados terminais como os de Vitória, Galeão, Recife (PE), Palmas (TO), Manaus (AM), Aracaju (SE), Salvador (BA) e Goiânia (GO).

Alguns terminais terão a capacidade ampliada, já no próximo ano. A unidade aeroportuária de Vitória, por exemplo, passará a contar com um novo complexo logístico, enquanto que a de Curitiba receberá um novo transelevador e o de Navegantes (SC) terá seu terminal de carga reformado e ampliado. Em Goiânia, além do Teca receber um transelevador, será construído um segundo terminal de carga.

Fonte: Transporta Brasil

COMPETITIVIDADE É MOSTRADA NO MAPA DA CNI – FINAL

25/06/2013 - Monacelli

TER COMPETITIVIDADE COM SUSTENTABILIDADE.ESSE É O OBJETIVO DO MAPA ESTRATÉGICO DA INDÚSTRIA 2013-2011, LANÇADO PELA CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA (CNI) NO ÚLTIMO MÊS, E QUE ESTÁ SENDO MOSTRADO AQUI NO NOSSO SITE.

CONFIRA A PARTe final DESSA MATÉRIA, com a conclusão de Marcel Monacelli.

Seguem os últimos fatores-chaves apontados pela CNI no mapa.

Infraestrutura

A CNI defende uma rede eficaz de transportes intermodal para ampliar a competitividade da indústria brasileira. A logística eficiente permite a realização das entregas dos insumos de produção e a distribuição do produto industrial ao mercado com segurança e nos tempos adequados, ampliando a competitividade das empresas. O estudo cita necessidade de investimentos em ferrovias, rodovias, portos, transporte de cabotagem, aeroportos. A meta sugerida é aumentar a participação do investimento em infraestrutura no PIB para 5% em 2022.

Tributação

A CNI ressalta que um sistema tributário oneroso e complexo reduz a competitividade e desestimula investimentos e lembra que o Brasil tem uma das maiores cargas tributárias entre países em estágio de desenvolvimento similar. Além de incidir fortemente sobre a produção de bens e serviços, a estrutura tributária é complexa, resultando, muitas vezes, em cumulatividade de tributos, cita o trabalho.

Inovação e Produtividade

A CNI propõe que a taxa de crescimento médio anual da produtividade seja de 4,5% entre 2011 e 2022. Entre os anos 2000 e 2010, o crescimento foi de somente 0,6% ao ano. Inovar depende de um ambiente institucional propício, formado por um conjunto de leis e regulamentos, incentivos, centros de pesquisa, universidades, laboratórios e fontes de financiamento, alerta a entidade. A confederação argumenta que há avanços a serem feitos, como permitir o uso de incentivos já existentes – Lei do Bem – para outros tributos. Propõe também o abatimento de gastos com inovação realizados fora do Brasil e a redução da insegurança jurídica associada aos incentivos. Defende aumento da oferta de serviços tecnológicos para as empresas e a melhor da qualidade da gestão empresarial.

FONTE: AGÊNCIA ESTADO

O arquiteto Marcel Monacelli, comentou o cenário apresentado pela CNI:

“Diante das atuais incertezas econômicas globais, a melhor receita para o Brasil é acelerar os investimentos em infraestrutura, manter a economia aberta e as políticas de crescimento inclusivo (palavras do prêmio Nobel Michael Spence). Dentro desta ótica, creio que muito investimento foi feito, mas a frustração com o desempenho econômico, que está bem abaixo das expectativas anunciadas, foi muito grande. O cenário apresentado pela CNI – Confederação Nacional da Indústria para tornar o Brasil mais competitivo demonstra um claro conhecimento das dificuldades e dos fatores, que reúne um conjunto de ações coordenadas para alcançar o objetivo proposto, que é o que todos esperam do Brasil. E o que está faltando para que isso aconteça? Na minha opinião, um maestro! E quem será esse maestro? A vaga está aberta!”

Competitividade é mostrada no Mapa da CNI – Parte 01

10/06/2013 - Monacelli

Ter competitividade com sustentabilidade. Esse é o objetivo do Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022, lançado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) no último mês, e que será mostrado aqui no nosso site em 3 partes. Acompanhem.

Depois de nove meses discutindo os problemas que dificultam o desenvolvimento do Brasil, o mapa é resultado do esforço de mais de 500 representantes empresariais. O trabalho identifica dez fatores-chave (educação, ambiente macroeconômico, eficiência do Estado, segurança jurídica e burocracia, desenvolvimento de mercados, tributação, financiamento, relações de trabalho e a infraestrutura) que podem elevar a competitividade e indica metas para cada um deles.

Educação

A CNI levou em consideração as tendências mundiais e nacionais com impacto na indústria, como o crescimento dos países emergentes, a nova geografia da produção mundial, mudanças climáticas, economia de baixo custo e o fortalecimento do mercado interno, e assim traçou esses fatores-chaves. Há uma nova geografia do crescimento, da produção e da inovação que apresentam claros efeitos sobre a forma de inserção do Brasil no mundo, destaca.

A CNI ressalta que o Brasil precisa encontrar seu lugar na nova geografia de produção mundial. Nossa economia não tem os baixos custos das economias asiáticas nem o elevado grau de conhecimento das economias desenvolvidas. O desafio é reduzir o Custo Brasil e identificar e incentivar os nichos onde a indústria brasileira pode ter um papel significativo nas cadeias globais e galgar degraus na direção das etapas de maior valor agregado e intensidade tecnológica.

Deficiências na educação limitam a capacidade de inovar e a produtividade. A boa formação de profissionais ajuda na utilização dos equipamentos, desenvolvimento e implementação de inovações.

Ambiente macroeconômico

Os fundamentos macroeconômicos sólidos reduzem incertezas sobre o futuro e geram confiança para o investidor. Para a indústria, manter a estabilidade macroeconômica e a solidez dos fundamentos macroeconômicos ajudam a criar um ambiente propício aos negócios, embora não garantam competitividade e alta produtividade.

A CNI destaca a importância do fortalecimento da autonomia operacional do Banco Central e a transparência e boa gestão das contas públicas, e alerta ainda para o fato de que estabilidade de preços ajuda na busca do crescimento sustentável e defende ações contra os obstáculos que impedem o crescimento dos investimentos público e privado.

O objetivo é elevar a taxa de investimento da economia brasileira de 18,1% do PIB, em 2012, para 24% em 2012.

Eficiência do Estado

Segundo a CNI, a ineficiência do Estado extrai recursos das empresas além do necessário, reduz a eficiência e provê, em quantidade e qualidade inadequadas, bens públicos com externalidades positivas, como educação, infraestrutura e segurança pública. É necessário melhorar a capacidade de o Estado planejar e executar suas políticas e investimentos.

A CNI propões que a participação do investimento na despesa primária total do governo federal passe de 5,8% em 2012 para 8% em 2022, média dos países da OCDE nos últimos cinco anos.

(Essa matéria continua em mais 2 partes).

Fonte: Agência Estado

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