Grupo Pão de Açúcar investe milhões em shopping

05/07/2013 - Monacelli

O Grupo Pão de Açúcar está diversificando suas operações e deve inaugurar o primeiro shopping de seu portfólio, na cidade do Rio de Janeiro.

O empreendimento é de pequeno porte, e recebeu investimentos de cerca de 40 milhões de reais.

Serão 40 lojas e um supermercado da bandeira Pão de Açúcar, entre as redes de varejo, a Centauro, Alô Bebê e Pet Center Marginal devem abrir unidades no empreendimento.

O novo negócio pertence ao braço da varejista GPA Malls & Properties e foi batizado de Conviva.

“Ao se desfazer de uma área para a construção de prédios por permuta, você recebe uma receita de uma única vez. Quando abrimos shoppings, a empresa contabiliza aquele espaço sempre, a receita não se esgota.”, afirmou Alexandre Vasconcellos, diretor geral do Grupo.

Fonte: Valor Econômico

Novo investidor aplica R$ 3,5 bi em shopping

20/11/2012 - Monacelli

A redução de juros, resultados favoráveis dos shoppings e forte valorização do capital aplicado no negócio fizeram surgir novas sociedades no setor.

Novas empresas de shoppings têm sido criadas com recursos de fundos de investimentos, de executivos do mercado e tradicionais empresários da construção.

Nesse grupo encontramos a 5R Shopping Centers, criada por Edmundo Rossi, da Rossi Construtora, e a Vértico, braço do grupo WTorre, do empresário Walter Torre, Henrique Falzoni, da Enplanta Engenharia, anunciou seu retorno ao mercado meses atrás e um grupo de ex-executivos da Brookfield Incorporadora, donos da WGL Administração e Participações criou um fundo gerido pelo Credit Suisse Hedging-Griffo para construir shoppings para classe C.

A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, também está investindo no setor, e acaba de fechar a compra de um shopping e de uma das torres corporativas do Condomínio Parque da Cidade, em São Paulo.

Fonte: Valor Econômico

Autonomy aportará mais US$ 600 milhões no Brasil

19/07/2012 - Monacelli

Com as boas perspectivas para o segmento de escritórios comerciais e galpões, o Autonomy Investimentos se sentiu estimulado a captar recursos para nova rodada de aportes no setor imobiliário.

O fundo de private equity, vai investir no Brasil nos próximos 3 anos, entre US$ 500 milhões a US$ 600 milhões de seus cotistas.

Os desembolsos da nova leva serão feitos sem pressa, “Os próximos anos vão ser mais desafiadores, mas temos capacidade de repetir o desempenho anterior” afirma Roberto Miranda, diretor-presidente do Autonomy.

O retorno dos investimentos da primeira etapa é estimado entre 3 a 4 vezes o desembolso, e da nova fase em 3 vezes.

Fonte: Valor Econômico

Log deve triplicar área de galpões em 2012

14/03/2012 - Monacelli

A Log Commercial Properties quer elevar sua área construída de galpões em mais três vezes em 2012.

Focada na demanda por parte de transportadoras, operadores logísticos e pequenos industriais, a empresa pretende chegar ao fim desse ano com 500 mil metros quadrados de área bruta locável, diante do portfólio já entregue pela empresa de 165 mil metros quadrados.

A capitalização para essa expansão foi feita no ano passado, com a parceria fechada com o fundo de private equity Starwood Capital.

Nova rodada de capitalização pode ocorrer no final desse ano ou início de 2013, assim que o mercado se abrir novamente para ofertas iniciais de ações.

O Parque Industrial Betim é outro projeto da Log, e o único que prevê comercialização de imóveis. Com 6 milhões de metros quadrados para vendas de lotes industriais e condomínios logísticos.

A empresa está no aguardo das licenças para o projeto, com a expectativa de, a partir de abril, implantar infraestrutura de ruas, água, luz e esgoto.

Fonte: Valor

Desembarca no Brasil, incorporadora dos EUA com plano de US$ 1 bi

02/03/2012 - Monacelli

 

Uma incorporadora americana anunciou sua chegada ao Brasil com uma meta bem ambiciosa, estar entre as maiores empresas do setor no prazo de 3 anos, e para isso irá investir US$ 1 bilhão.

A nova empresa inicia seus trabalhos por aqui com a estimativa de destinar US$ 120 milhões aos primeiros projetos, que devem ser lançados em cerca de 3 meses.

Com posicionamento nos padrões de renda médio e alto, a nova empresa ainda não formou um banco de terrenos e está negociando áreas para empreendimentos nos segmentos residencial, comercial (venda e locação), hoteleiro e projetos de desenvolvimento urbano.

A companhia será composta por brasileiros e esse é um dos argumentos da empresa de origem norte-americana que quer investir no país por meio de uma empresa nacional.

Embora não descarte operar em cidades carentes de terrenos como São Paulo e Rio de Janeiro, o comando da companhia está de olho na região Nordeste.

Mesmo tendo projetos isolados em outros países da América Latina, como México, Colômbia e Uruguai, o executivo ressaltou que o Brasil será “foco de atenção” do grupo agora.

Fonte: Folha.com

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