GLP aposta no longo prazo em galpões no país

12/03/2014 - Monacelli

A Global Logistic Properties Brasil, aposta no mercado de galpões no longo prazo, segundo seu presidente, Mauro Dias.

Sem dar muitos detalhes da negociação, como o prazo em que as duas empresas conversaram até bater o martelo, o executivo afirmou que a equipe da GLP Brasil já conhecia boa parte dos ativos adquiridos quando surgiu a oportunidade de compra.

“A operação ainda está sujeita a algumas condições, mas estamos engajados para conclui-la o mais rápido possível”, conta Dias. Ainda haverá due dilligence (auditoria de dados) e será necessária a aprovação do conselho de administração da GLP. O negócio deve ser finalizado em 31 de agosto.

A aquisição possibilitará que a carteira de imóveis prontos da GLP Brasil aumenta em 1,2 milhão de m², para 2,6 milhões de m².

Segundo fonte próxima à WTGoodman, a empresa ficou surpresa com a venda dos ativos de galpões da BR Properties para a GLP Brasil. Conforme a fonte, o período de exclusividade contratado com a WTGoodman terminou na última semana, mas faltava acertar detalhes.

Na última quarta-feira, a BR Properties anunciou a operação com a GLP, concorrente da WTGoodman, que segundo a fonte, já havia obtido linha de financiamento com o Bradesco para a compra do portfólio de galpões.

 

 

Fonte: Valor Econômico

 

BR Properties vende seus 34 galpões por bilhões

30/01/2014 - Monacelli

A BR Properties anunciou a venda de 100% de sua operação de galpões industriais à WT Goodman, por R$ 3,18 bilhões, e espera receber o valor até o início do ano que vem quando usará o montante para reduzir endividamento, recomprar ações e pagar dividendos aos acionistas.

Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da BR, Pedro Daltro, a venda dos 34 galpões – que marca a entrada do grupo Goodman no Brasil – foi decidida por causa do preço oferecido.

O conjunto de ativos saiu por 92% do seu preço real estimado, que era R$ 3,43 bilhões. Por outro lado, o valor da compra real, corresponde a 56,8% do valor de mercado da companhia, que era de cerca de R$ 5,6 bilhões, e já tiveram um aumento no pregão, indo para R$ 6 bilhões.

Vale ressaltar que uma nova compra de galpões pode estar no escopo das novas compras da empresa. A BR Properties hoje forte em escritórios, centros de distribuição e lojas de varejo, sai temporariamente do segmento com essa venda.

Daltro ressalta também que o mercado de galpões tem condições de continuar crescendo, mesmo que em ritmo menor, por causa da desaceleração da economia.

Demanda por galpões segue firme e forte

01/08/2013 - Monacelli

Continua bem elevada a demanda por galpões para bens produzidos nacionalmente ou importados, e a tendência é que os preços de locação por m2 se mantenham estáveis, de acordo com o diretor de transações corporativas da EY (marca adotada recentemente pela Ernst & Young), Viktor Andrade.

Andrade disse esperar déficit no segmento de galpões pelos próximos três anos. Ainda assim, não há expectativa de alta nos valores de locação. Uma das razões para isso, segundo ele, é o limite de capacidade de pagamento por parte dos inquilinos.

Ao mesmo tempo, em função de taxas de juros atuais menores que as do passado, investidores que apostam no mercado de galpões estão dispostos a aceitar retornos menores, o que se reflete nos preços de aluguel fechados.

Conforme o representante da EY, mesmo com a piora da situação econômica do Brasil, não tem havido devolução de áreas de galpões por parte dos ocupantes. Segundo ele, na última década, os galpões têm ganhado qualidade em todo o país, com destaque para São Paulo e para o Rio de Janeiro.

No segmento de escritórios, o executivo disse que a oferta supera a demanda, neste ano, na região metropolitana de São Paulo, cenário esperado também para 2014.

“A oferta a partir de 2015 está sendo formada agora, com base no cenário atual”, disse. As condições atuais não estimulam o desenvolvimento de novos projetos. A partir de 2015, na avaliação de Andrade, terá início, portanto, a reversão da tendência, com demanda superior à oferta.

Os preços ofertados de venda e locação por m2 de escritórios na região metropolitana de São Paulo projetados pela EY para 2013 são superiores aos de 2012 em função da maior participação de empreendimentos de padrão triple A e localizados em regiões mais nobres.

Fonte: Valor Econômico

Segundo CNI, atividade da construção civil está em queda

04/06/2013 - Monacelli

Segundo a “Sondagem Indústria da Construção”, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o nível de atividade da construção civil caiu para 45,5 pontos em abril deste ano.

A queda se aprofundou em relação a março, quando o indicador apontou 48,9 pontos. É a sexta vez consecutiva que o indicador aponta resultado abaixo dos 50 pontos, o que indica retração da atividade.

O número de empregados também cedeu, para 45,6 pontos em abril, ante 48 pontos em março deste ano.

“O baixo desempenho do setor continua com reflexo na redução dos empregos”, analisou a Confederação Nacional da Indústria (CNI) no documento.

A atividade em relação à usual para o mês ficou em 43,7 pontos em abril, o que demonstra atividade menor do que o normal para abril. Em março, esse indicador tinha sido de 45,2 pontos.

A Utilização da Capacidade Operacional (UCO) foi de 66% em abril, ante 70% em março. Esse é o pior patamar do indicador desde janeiro de 2012.

Fonte: Grandes Construções

São Paulo sofre desaceleração do aluguel de galpões

09/05/2013 - Monacelli

No primeiro trimestre no Estado de São Paulo, a procura pela locação de condomínios logísticos desacelerou, resultando na estabilidade de preços médios, já que interrompeu a sequência de 5 anos de alta.

A tomada de decisão de alugar novas áreas está “um pouco lenta” por parte de empresas de consumo, segundo o gerente nacional de mercado imobiliário industrial e logístico da CBRE, Rodrigo de Almeida Couto.

A taxa de vacância ficou em 16% nesse primeiro trimestre, acima do último trimestre do ano passado, que ficou em 12,8%. No mesmo período em 2012, a taxa foi de 7,6%.

É esperada estabilidade de preços, na média do Estado, segundo Couto. “Nas regiões mais afastadas da capital, os preços devem cair de 5% a 10% até o fim do ano. Nas áreas mais próximas ainda há possibilidade de aumento dos valores.”, afirma.

Fonte: Valor Econômico

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