Queda no faturamento este ano é estimado pela Racional

27/03/2014 - Monacelli

O faturamento da Racional Engenharia, construtora focada em edificações para o setor privado, vai encolher em 2014 devido à desaceleração de investimentos de clientes dos setores industrial, de shoppings centers, hotéis, hospitais e educação.

A empresa tem obras em todo o país, com maior concentração em São Paulo e Rio de Janeiro.

A projeção do presidente da Racional, Newton Simões, é que a empresa irá faturar entre R$ 1,1 bilhão e R$ 1,2 bilhão neste ano. O ponto médio da faixa projetada é 42% menor que a cifra de R$ 1,98 bilhão de 2013. O que não aponta um problema, segundo Simões, já que o mais relevante são as perspectivas a longo prazo.

Os pedidos em carteira começaram a diminuir já em meados do ano passado. Cliente de shoppings centers estão se dedicando mais às avaliações de projetos.

“Tem havido demanda grande por estudos de pré-construção”, afirma Simões.

Já os segmentos hospitalar e hoteleiro, tiveram uma desaceleração. “Na área de educação, o foco está mais na consolidação de operações do que em novos campos”, diz o presidente da Racional.

No segmento de escritórios comerciais, ainda há uma demanda muito forte, segundo o executivo.

 

 

Fonte: Valor Econômico

Preços de galpões ficarão estáveis, segundo Herzog

21/02/2014 - Monacelli

A média de preços de locação de condomínios logísticos e industriais em São Paulo deve ficar estável neste ano em relação à 2013, segundo a diretora de serviços corporativos da Herzog Imobiliária, Simone Santos.

“Na média geral os preços de aluguel devem se manter, mas as negociações serão mais favoráveis aos inquilinos, devido aos estoques existentes e aos que irão entrar no mercado”, afirma a executiva.

O total de estoque de condomínios do estado de São Paulo soma 6,368 milhões de m², segundo o levantamento da Herzog. O estoque entregue no ano passado foi de 1,253 milhão de m².

“Na capital e na Grande São Paulo, os preços continuarão a subir, devido à escassez de terrenos”, diz Simone.

Enquanto a taxa de vacância do interior do estado está em 24,94% a parcela de espaços vagos da capital é de 4,44% e da Grande São Paulo de 14,66%.

 

Fonte: Valor Econômico

Demanda por galpões segue firme e forte

01/08/2013 - Monacelli

Continua bem elevada a demanda por galpões para bens produzidos nacionalmente ou importados, e a tendência é que os preços de locação por m2 se mantenham estáveis, de acordo com o diretor de transações corporativas da EY (marca adotada recentemente pela Ernst & Young), Viktor Andrade.

Andrade disse esperar déficit no segmento de galpões pelos próximos três anos. Ainda assim, não há expectativa de alta nos valores de locação. Uma das razões para isso, segundo ele, é o limite de capacidade de pagamento por parte dos inquilinos.

Ao mesmo tempo, em função de taxas de juros atuais menores que as do passado, investidores que apostam no mercado de galpões estão dispostos a aceitar retornos menores, o que se reflete nos preços de aluguel fechados.

Conforme o representante da EY, mesmo com a piora da situação econômica do Brasil, não tem havido devolução de áreas de galpões por parte dos ocupantes. Segundo ele, na última década, os galpões têm ganhado qualidade em todo o país, com destaque para São Paulo e para o Rio de Janeiro.

No segmento de escritórios, o executivo disse que a oferta supera a demanda, neste ano, na região metropolitana de São Paulo, cenário esperado também para 2014.

“A oferta a partir de 2015 está sendo formada agora, com base no cenário atual”, disse. As condições atuais não estimulam o desenvolvimento de novos projetos. A partir de 2015, na avaliação de Andrade, terá início, portanto, a reversão da tendência, com demanda superior à oferta.

Os preços ofertados de venda e locação por m2 de escritórios na região metropolitana de São Paulo projetados pela EY para 2013 são superiores aos de 2012 em função da maior participação de empreendimentos de padrão triple A e localizados em regiões mais nobres.

Fonte: Valor Econômico

Segundo CNI, atividade da construção civil está em queda

04/06/2013 - Monacelli

Segundo a “Sondagem Indústria da Construção”, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o nível de atividade da construção civil caiu para 45,5 pontos em abril deste ano.

A queda se aprofundou em relação a março, quando o indicador apontou 48,9 pontos. É a sexta vez consecutiva que o indicador aponta resultado abaixo dos 50 pontos, o que indica retração da atividade.

O número de empregados também cedeu, para 45,6 pontos em abril, ante 48 pontos em março deste ano.

“O baixo desempenho do setor continua com reflexo na redução dos empregos”, analisou a Confederação Nacional da Indústria (CNI) no documento.

A atividade em relação à usual para o mês ficou em 43,7 pontos em abril, o que demonstra atividade menor do que o normal para abril. Em março, esse indicador tinha sido de 45,2 pontos.

A Utilização da Capacidade Operacional (UCO) foi de 66% em abril, ante 70% em março. Esse é o pior patamar do indicador desde janeiro de 2012.

Fonte: Grandes Construções

Os fundos imobiliários que marcaram 2012

18/01/2013 - Monacelli

Os fundos imobiliários foram o destaque de 2012, seja em termos de rentabilidade, seja pelo forte crescimento das ofertas. Na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), os registros de ofertas atingiram R$ 15,4 bilhões, mais que o dobro dos R$ 7,6 bilhões de 2011.

E este ano deve ser de mais crescimento, levando em conta a forte procura das pessoas físicas por esse tipo de aplicação, que paga rendimentos isentos de imposto de renda. Basta lembrar da oferta do fundo imobiliário de agências do Banco do Brasil, o BB Progressivo, no fim do ano, que atraiu 46 mil pessoas e arrecadou R$ 1,5 bilhão.

Uma parte do ganho dos investidores em fundos imobiliários veio da valorização das cotas negociadas em bolsa. Em 2012, o IFIX, que mede o desempenho médio das cotas dos fundos na Bovespa, fechou com alta de 35%. Esse seria o ganho médio das cotas de 44 fundos negociados em bolsa.

Mas, se forem somados os ganhos das cotas com o rendimento pagos pelos fundos, o chamado retorno total, porém, o ganho médio dos investidores em fundos imobiliários pode ser ainda maior. Levantamento do site Fundo Imobiliário mostra que os ganhos totais de 47 fundos, incluído cota e rendimento, ficaram em média em 40,21%.

Claro que há grandes disparidades e riscos entre os vários fundos do mercado. Há desde ganhos de até 74,76%, caso do Hotel Maxinvest, até perdas, como a do FII BB Renda Corporativa, que fechou o ano com prejuízo de 10,90%. E não foi o único caso de prejuízo. Outros que perderam foram o RB Capital Sulacap, com -1,14%, e o Mais Shopping Largo 13, com -0,67%. Portanto, o investidor deve analisar bem o projeto antes de investir.

Uma curiosidade do campeão do ano pode servir de lição para o investidor em fundos imobiliários. O fundo Hotel Maxinvest foi criado em 2007 para investir, na cidade de São Paulo, no que por muito tempo era considerado um mico do mercado imobiliário, os flats, misto de residência com serviços de hotel.

Os flats foram uma febre nos anos 80 e 90 entre os investidores imobiliários, que fugiam da hiperinflação e dos planos econômicos, o que criou uma bolha e uma superoferta de vagas nas grandes cidades. Com isso, os preços despencaram, até 70%, e muitos prédios chegaram até a se transformar em edifícios residenciais comuns.

O que o Maxinvest fez foi aproveitar o baixo preço dos flats e montar uma carteira especializada nesse tipo de serviço. Assim, além de comprar os “micos” na bacia das almas, reduziu custos de administração e tornou a gestão dos empreendimentos mais profissional.

E a procura vai aumentar com a Copa do Mundo e a Olimpíada. Hoje o fundo tem mais de 570 apartamentos. O caso mostra como é importante entender a política do fundo imobiliário e onde ele está investindo, que é de onde virá o ganho final do investidor.

Fonte: Exame.com / Angelo Pavini

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